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MÁSCARAS REDUZEM EM SEIS VEZES PROPAGAÇÃO DE TOSSES, SUGERE ESTUDO

Pesquisadores alertam que proteção não é infalível e deve ser usada em conjunto com a prática do distanciamento social.
MÁSCARAS REDUZEM EM SEIS VEZES PROPAGAÇÃO DE TOSSES, SUGERE ESTUDO

O uso de máscaras faciais está recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para minimizar a propagação do novo coronavírus.

Estudo publicado na revista Physics of Fluids reforça a importância da proteção e destaca que a eficácia está associada aos materiais que compõem as máscaras.

Os autores analisaram o fluxo de partículas liberadas durante a tosse em cenários com máscara N95, máscara descartáveis, mãos, lenços, cotovelos e sem nenhuma proteção. O estudo aplicou uma técnica chamada ‘fotografia de schileren’, que é utilizada para capturar imagens do fluxo de fluidos de densidade variável.

A partir da análise sequencial das fotografias, foram estimadas a velocidade e a propagação das gotículas expelidas. O experimento indicou que as máscaras N95 são os objetos mais efetivos para diminuir o alcance horizontal das partículas.

Em contrapartida, tosses sem qualquer cobertura da boca ou do nariz projetaram gotículas por até três metros – ou seja, um alcance seis vezes maior do que identificado no cenário de uso de máscaras cirúrgicas.

O trabalho ainda aponta que usar o cotovelo para encobrir uma tosse pode não ser eficiente. A menos que esteja coberto por uma manga, o braço pode não formar a vedação adequada contra o nariz para obstruir o fluxo da tosse, que é propagada em várias direções.

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